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sábado, 2 de fevereiro de 2019

Café Colonial Fluss Haus - São Martinho - SC - 30/01/2019

A  algum tempo queria conhecer o Café Colonial e fábrica de biscoitos Fluss Haus, que fica na localidade de Vargem do Cedro, distante alguns quilometros de São Martinho.
Aproveitei a oportunidade que retornava de Garopaba e fui conhecer.
O melhor acesso é por Tubarão, estrada asfaltada. O Café fica a mais ou menos 54 kms de distância, via SC370, SC435 (Armazém), SC436 e Estrada Geral Vargem do Cedro (10km não asfaltado).


O local possui além do Café colonial e almoço colonial (aos finais de semana), uma fábrica de biscoitos, loja para venda dos produtos e chopp artesanal.




Existe um rio que passa pelo jardim, com diversas carpas, que é uma atração a parte para as crianças. O nome Fluss Haus, significa Casa do Rioo.




De segunda a sexta o café funciona das 13:30 hs as 18:00 horas com aproximadamente 60 variedades, e custa R$ 30,00 por pessoa. Aos finais de semana e feriados nacionais, das 11:30 as 15:00 é servido almoço tipico alemão com café colonial, com algo em torno de 120 variedades, a um custo de R$ 45,00.  Das 15:00 as 18:00 apenas o café colonial com algo em torno de 110 ítens, com preço de R$ 39,00.





Os preços são muito honestos pela variedade de produtos apresentados. Tanto no café como no almoço, estão incluídos sucos, chocolate, café e chás.
São três amplos salões, mas o pessoal sugere que sempre se ligue para fazer reserva, principalmente aos finais de semana.


O Chopp artesanal opcional custa R$ 8,00 a tulipa de 300ml e R$ 12,00 o caneco de 500 ml. A variedade de salgados, cucas, tortas, doces de biscoitos é imensa.
O local é um belo jardim e parque muito bem cuidado, que dá gosto de conhecer.



Na loja você pode adquirir todos os produtos de fabricação própria, desde biscoitos, geleias, chocolates e por aí afora. Os preços também me pareceram bastante justos, principalmente devido a qualidade dos produtos.





Caso você queira pernoitar no local, bem em frente a Fluss Haus, existe a pousada Deutsches Haus, com ótimas acomodações. 



O site da pousada diz que oferece buffet no café da manhã e jantar,  mas como o dia que lá estive, eu era o único hóspede, não teve jantar e o café bem simples servido na mesa. Nestas condições achei o preço bastante salgado, pois foi de R$ 180,00 solteiro.




Enfim, andando pela região, vale a pena uma visita, seja para o almoço nos finais de semana ou para o café colonial.

Os telefones para contato e reserva do café e almoço são (48) 3053-4698 e (48) 3053-4699.



domingo, 29 de abril de 2018

Porto Alegre - Escadaria da 24 de maio

Um local que já havia ouvido falar, mas nunca tinha ido conhecer, apesar de com certeza ter passado diversas vezes por ela. É um local desconhecido de grande parte dos moradores de Porto Alegre.
Me refiro a escadaria da rua 24 de maio, que liga a parte alta da Rua Duque de Caxias à rua Desembargador André da Rocha. Ela está localizada na Duque de Caxias em frente ao triângulo formado pelas ruas Vigário José Inácio e Jerônimo Coelho.


No século 19 era conhecido como Beco da Fonte, e recebeu a escadaria em 1942, que era muito ingrime, muito ruim e perigoso de descer, tanto pelos degraus como pela escuridão que ali reinava a noite, propiciando muitos assaltos.
Passou a chamar-se Rua 24 de maio em 1936 em homenagem a Batalha de  Tuyuty.

É inspirada na escadaria Selarón, do bairro carioca da Lapa (imagem abaixo).


Ela  foi revitalizada em 2007 pela Prefeitura, que colocou corrimãos e iluminação. Em 2011 os degraus foram revestidos com azulejos de diversos tipos, com pinturas, poemas e frases dos próprios moradores do local, obra da artista plástica Clarissa Motta Nunes.




Pelo estilo dos prédios, é um local que nos remete um pouco ao passado. Existe até uma associação que trabalha pela preservação do local, a Associação dos Amigos da 24 de Maio.
É um belo local para ser visitado durante o dia.






quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Marau, Casca (Linha Evangelista), Vila Maria e Camargo - 12/11/2017

Domingo ensolarado, e depois de um ótimo café no Hotel San Giminiano, o destino era o Distrito Histórico de Linha Evangelista em Casca.



De Marau  em direção a Casca, são aproximadamente 37 km até o entroncamento da RS324 com a RS129. Acessamos a RS 129 e depois de 6,5 km o acesso a Linha Evangelista a Esquerda. Da RS até chegar no distrito são mais 1,5 kms.


Novamente o encontrado foi bem menos do que o esperado.
O objetivo era almoçar no restaurante tipico, que estava fechado e não abriria.

Paróquia Santo Antonio
Falei com alguns moradores que não sabiam indicar nada no local.
Algumas casas antigas, fechadas, sem acesso.





Acredito que tenha lugares bonitos, mas não foi possível ver, e não souberam me informar.




Para um local com cento e poucos habitantes, falar com 3 que disseram morar no local, mas não conheciam os locais que perguntei, é um percentual bastante alto (pesquisa de intenção de voto é feita com percentual menor...).


Isto me trouxe a tona novamente o problema do despreparo turístico. Foi feito toda uma divulgação no programa "Partiu RS", mas quando chega-se lá a coisa é um pouco diferente. Para a gravação do programa, tudo é preparado, mas a realidade do dia a dia é bem diferente.

Retornando a Marau, entrei no acesso a Cascata Maringá, que fica a 16,5 km do trevo da RS 129 com a RS324, no municipio de Vila Maria. Da RS até a cascata são mais 7 km de chão batido. O local é muito bonito e vale uma visita.








Da Cascata Maringa, retornei a RS 324 e acessei o municipio de Camargo, que fica a esquerda, aproximadamente uns 13 km antes de Marau.
Do trevo de acesso até o municipio são 9 km asfaltados. O objetivo era conhecer a Cascata Pedra Grande ou Carrascal que fica em uma propriedade particular.
Parei em um posto de gasolina para obter informação e nos disseram que eram 12 kms, em uma estrada bem ruim.
Encarando a estrada, que realmente era ruim, nas primeiras bifurcações existia sinalização, mas depois mais nada, a não ser a informação obtida no posto.
Mas enfim depois de alguns retornos, cheguei a Cascata Pedra Grande.




O local realmente é muito bonito. O acesso custa R$ 10,00 por pessoa, que segundo o proprietário é revertido para manutenção, o que considero justo, mas parece que pela ainda fraca infraestrutura do local, ou pouca gente vai, ou o dinheiro não vai todo para manutenção.







É possível acampar, passar o dia e fazer churrasco. Existe um pequeno bar, e pelo que percebi, acredito que oferecem algum tipo de refeição.

A volta pelos 12 kms de chão batido foi mais rápida, como sempre acontece pois já conhecemos o trajeto.
Era necessário almoçar pois a tarde já ia avançada, é isto aconteceu no restaurante e churrascaria Marodin, que fica na RS324, na saída de Marau em direção a Passo Fundo.

Igreja Matriz Cristo Redentor de Marau
O resto da tarde foi de descanso, pois no outro dia pela manhã (segunda feira) tem retorno a Porto Alegre.
No total foram 740 kms rodados em dois dias.