TRADUTOR (TRANSLATE)

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Cazuza Ferreira, Lageado Grande e Rio do Vento Morangos Hidropônicos - 09/04/2013

+A +/- -A
O objetivo hoje era conhecer Cazuza Ferreira. Fui com o Mario Jost, parceiro do motociclismo, que já é quase secretário de turismo de lá... rsss

Cazuza Ferreira é um distrito do município de São Francisco de Paula, e que fica a 122 quilômetros da sede do município, via estradas locais, Rota do Sol e RS-020. Este distrito é um dos únicos locais do Rio Grande do Sul onde ocorrem as cavalhadas, espetáculo com mais de 120 anos de existência. Nas décadas de 70 á 80, Cazuza Ferreira ficou marcada pela grande exploração de madeira. A árvore símbolo araucária foi dizimada quase que por completa na região.
Hoje existe um grande movimento no local, para que o distrito deixe de pertencer a São Francisco de Paula, e passe para Caxias, já que fica muito mais próximo deste.

Saímos por volta das 07:15 hs, e a  primeira parada foi no Restaurante Di Variani em São Sebastião do Caí para um café.



Contornamos Caxias do Sul pela RS 122, e acessamos a Rota do Sol. Na localidade de Décio Ramos entramos a esquerda.  São 22 Km de chão e pedras até chegar a Cazuza Ferreira.


Tinha tanta pedra na estrada que o Mário resolveu carregar algumas....



A localidade é pequena, contando hoje com mais ou menos 800 moradores, segundo a Juliana que atendia na Agropecuária que fica logo na entrada de Cazuza Ferreira.







Fomos até o Hotel dos Campos, antigo hotel Avenida, construção de dois andares, toda de madeira do ano de 1947, hoje administrado pela  Dona Neca e pelo Seu Antônio. Originalmente ele tinha um terceiro andar, como pode ser visto na foto da época.

A camionete Rual que está no canto a direita, está hoje restaurada na
garagem do hotel, restaurada que foi pelo Carlos (filho da Dona Neca
e do Seu Antônio)









Combinamos almoçar ao meio dia, e enquanto o Mário ia ao cartório (que fica na casa do Seu Nenê), saí para tirar algumas fotografias.



Tudo fica ao redor da praça central, que é onde ocorre no final de semana dos dias 4 e 5 de maio deste ano, a 10. Festa das Cavalhadas e a 1. Mostra dos Produtos da Região.
Encontrei o Mário no cartório, que fica na frente do Hotel, no outro lado da praça. O seu Nenê colocou um disco de 78 rotações no gramofone, para mostrar que o mesmo ainda funcionava.



O almoço foi preparado pela Dona Neca no Hotel. O Mário havia ligado no dia anterior reservando, pois não sendo assim, não teríamos almoço.



Depois do almoço, subi para conhecer os quartos e o antigo cinema do local, que funcionava no segundo andar. Hoje o local abriga um brechó, mas a Dona Neca tem o sonho de restaurar o antigo cinema.














O pernoite com café da manhã custa R$ 50,00 por pessoa, e R$ 25,00 cada refeição (almoço e janta).
O contato tem que ser feito com antecedência por telefone, (054) 3244-8000, inclusive se for apenas para almoço.

Saímos de Cazuza e entramos um pouco mais em direção a Campestre do Tigre. Fica a aproximadamente uns 20 kms.


Retornamos, passando novamente por Cazuza Ferreira e indo em direção a Lageado Grande que fica praticamente na beira da Rota do Sol. O Trajeto foi por dentro, aproximadamente uns 40 Kms de chão e estrada péssima. Durante o percurso, paramos para colher marcela.





Em Lajeado Grande, visitamos o Parque das Cascatas. Um belo local, com parque para camping, churrasqueiras e Pousada.
A diária do camping por pessoa é de R$ 20,00, apenas a utilização do parque com sua infraestrutura é R$ 15,00 por pessoa, e as diárias da Pousada são R$ 160,00 o casal e R$ 240,00 a cabana quadrupla. As reservas devem ser feitas pelos telefones (54) 3504.2641 / 9973.5530 / Tim 8102.5140 / Claro 9199.5126. O site é www.parquedascascatas.com.br.
O local impressionou por sua organização e limpeza.











De Lageado Grande pegamos a Rota do Sol em direção a Caxias do Sul, para iniciarmos o retorno.
Próximo a Caxias, no km 154, paramos no Rio do Vento - Hidropônia.  Ali é feita a produção de morangos hidropônicos, alem de ter um belo bar, o Barlavento. O iogurte e a geléia por eles produzidos é muito bom, apesar do preço salgado. O pote de iogurte natural com frutas, cuta R$ 4,50 e o pote de 400gr de geléia de morango fica a R$ 14,00.
O local é muito aprazível e vale uma parada.









A última parada foi na fruteira Zimmer, que fica no acesso para Garibaldi e Bento, para a tradicional salada de fruta, compra de queijo, figo, amendoim e o que mais tiver por lá.


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comentários ofensivos ou que a meu critério não sigam as regras deste blog, serão retirados. Obrigado