terça-feira, 27 de novembro de 2012

Viagem a MG - 21.Dia - 26/11/2012 - Paraty a Ilhabela

Saímos de Paraty por volta das 08:30 hs, já com chuva. Podemos dizer que ela nos acompanhou pelos aproximadamente 170 km de distância até Ilhabela, parando praticamente quando chegamos em São Sebastião e nos dirigíamos para a barca. 
Originalmente era nosso objetivo parar no caminho para tirar fotos, haja visto que passamos por Ubatuba e Caraguatatuba, mas com a chuva permanente, que não deu trégua, paramos apenas para um cafezinho e tocamos direto.
A Br 101 (Rio-Santos) de Paraty até a divisa do Rio de Janeiro com São Paulo, está ótima, tendo sido toda recapada. O que não se vê são placas informando a velocidade máxima.  Andamos na média de 70 Km por hora, haja visto que o Possani não gosta de andar na chuva, e consequentemente anda mais lento.
Na divisa com São Paulo, a estrada ficou pior, com asfalto totalmente irregular, mas com velocidade máxima de 100 Km., o que eu considero inseguro para aquelas condições. Apesar do acostamento largo, a velocidade máxima deveria ser 80 Km. No trajeto mais próximo de São Sebastião existem diversos trechos com velocidade máxima de 40 Km.
Em torno do meio dia estávamos na fila da balsa, para atravessar para Ilhabela.





Nosso tempo de espera na fila foi de mais ou menos 15 minutos, e mais uns 20 minutos para atravessar. O custo da travessia é de R$ 7,10 no sentido São Sebastião/Ilhabela, e de R$ 2,00 no sentido contrário.
Em Ilhabela, pegamos a direção sul da Ilha, e andamos uns 8 km até chegar na Pousada do Alemão, entre as praias Grande e do Curral.
A Pousada correspondeu ao que estávamos esperando, baseado nas informações do site. Diárias dos apartamentos duplos/casal a R$ 110,00 com tv, ventilador, ar condicionado, frigobar, piscina, internet wifi, estacionamento interno, café da manhã e restaurante. O ambiente e os jardins da Pousada realmente são magníficos. Com certeza voltando a Ilhabela, voltarei a ficar aqui. O site é www.alemao.tur.br, e o endereço é Av. Riachuelo 6926, a 500 metros da Praia do Curral, telefone (12) 3894-9290.

Recepção

Restaurante e Piscina

Restaurante e Salão de Café







Almoçamos no restaurante da pousada, e logo após, eu e o Paulo pegamos as motos e saímos para conhecer a ilha. O Possani e a Cris ficaram na praia próximo a Pousada.


Fomos em direção ao sul da ilha e depois ao norte, parando em praias na qual era possível, pois algumas das praias o acesso é apenas para pedestres, através de ruelas.

Praia Grande (Sul)



Portinho (Sul)



Praia Ilha das Cabras (Sul)



Praia do Perequê (Norte)



Praia Saco da Capela (Norte)



Vila (Norte)

Chafariz praça frente Igreja

Igreja Matriz

Rua do Meio

Painel em azulejos
Praça ao lado do pier

Fórum e cadeia
Praia dos Barreiros (Norte)


Praia do Vianna (Norte)



Ao retornnarmos, paramos na Vila para o café da tarde do Paulo. Desta vez resolvi acompanhar.


A noite jantamos na Pousada, principalmente pelo fato de que os restaurantes próximos estavam fechados, sendo segunda feira e ainda fora de temporada.



domingo, 25 de novembro de 2012

Viagem a MG - 20.Dia - 25/11/2012 - Paraty (cachoeiras)

Após o café, saímos com o objetivo de conhecer algumas das cachoeiras da região de Paraty. Mas antes de nos dirigirmos para a estrada de Cunha, onde elas ficam concentradas, passamos pela praia do Pontal, que fica a esquerda do rio. O dia estava nublado, ameaçando chuva.
A praia do Pontal não é considerada própria  para  banho, pois fica ao lado do rio, onde, apesar de não ser dito claramente, esgotos são lançados. O cheiro também não é muito agradável.


Na praia do Pontal existem 3 Hostels, em dois deles o café é neste quioske
na beira da praia

O Paulo conversando
Da praia do Pontal, subimos o morro da Vila Velha, e fomos conhecer o Forte do Perpétuo Defensor.  Ele foi construído em 1703. Ele ainda preserva seu interior. Com o declínio do ciclo do ouro em Paraty, ele perdeu importância até 1822, quando foi reconstruído e recebeu o atual nome, em homenagem a D.Pedro I. Em 1957, já sem uso militar, foi transferido para a jurisdição do Ministério da Educação e Cultura.



Forte Perpétuo Defensor
Vista da Baía de Paraty a partir do Forte Perpétuo Defensor

Do outro lado do Morro da Vila Velha, fica a Praia de Jabaquara que junto com a do Pontal são as duas praia de Paraty junto a Vila. Também não considero que seja uma praia muito apropriada para o banho.




Da praia do Jabaquara, retornamos até o trevo de acesso na Br 101, e pegamos o acesso para Cunha. Esta estrada a partir do Km 12 está interditada, mas o o acesso as cachoeiras da Pedra Branca, Tarzã e Tobogã está localizado antes.
Andamos aproximadamente 4 ou 5 Km, e logo após a ponte, pegamos um desvio a direita, que nos levou até o Alambique Pedra Branca e um pouco mais adiante a Cachoeira Pedra Branca.

No alambique é possível experimentar os diversos tipos de cachaça, bem como adquirir produtos na loja. Desta vez não provamos nada, pois estávamos pilotando.



Após a Cachaça Pedra Branca, passamos pela Fazenda e Engenho Murycana, que possue também um alambique e restaurante, mas que cobra ingresso de R$ 5,00, com direito a degustação de mais de 30 tipos de cachaças. Como não pretendíamos degustar nenhuma, tiramos apenas algumas fotos na frente e continuamos até a cachoeira Pedra Branca.


Fazenda e Engenho Murycana
A cachoeira Pedra Branca, fica dentro da Fazenda Pedra Branca, que é propriedade particular. O ingresso para chegar até a cachoeira é de R$ 2,00. Os últimos 1500 metros da estrada até chegar na Fazenda é chão batido, com pedras e valetas e muito ruim. Teve uma parte em que minha moto escorregou de ré perto de 10 metros, de tão íngreme e irregular. Mas  cachoeira compensa o acesso.

Acesso a cachoeira dentro da Fazenda

Antiga usina hidrelétrica

Cachoeira Pedra Branca



Acesso

Voltamos até o primeiro desvio que tinha nos levado até aqui, e pegamos a direção a Cunha. Chegamos na localidade de Penha, onde ficam as cachoeiras Tobogã, Tarzã e o Engenho D'Ouro (alambique). O estacionamento custou R$ 5,00.  A cachoeira tem este nome, pois o pessoal escorrega das mais diversas maneiras.



Logo acima da Tobogã, fica a cachoeira do Tarzã, com ponte pencil e um pequeno bar/restaurante.






No Engenho D'Ouro, existe também degustação e venda de cachaça e de farinha de mandioca moída no local.






A localidade se chama Penha, pois este era o nome da primeira família que ali foi morar, e em 1963 ergueram uma igreja em homenagem a Nossa Senhora Da Penha.


Voltamos a Br101, e nos deslocamos 25 Km até a praia de Trindade. São 14/15 km no sentido de Santos, e depois mais 10 Km para dentro. Apesar de tudo asfaltado, estes 10 Km são estreitos e muito em descida. A primeira praia é Cepilho, paraíso dos surfistas. O tempo já estava com um pequeno chuvisqueiro.



Fomos em direção a vila de Trindade. Não sei se pelo fato de que já estava chovendo, mas não gostei. Achei muita muvuca. O acesso as praias é pelo meio dos casebres, muito buraco, uma bagunça geral. Talvez com tempo bom, as praias realmente sejam bonitas, mas nós almoçamos e retornamos a Paraty abaixo de chuva.

Chegamos a tempo do cafezinho com bolo na Pousada, para não perder o costume.


Fotografamos também a Rejane, que é uma gaúcha que mora em Paraty a anos, e estava ajudando o Eric na recepção da Pousada.


A noite jantamos no Miracolo novamente. O Possani e a Cris foram de pizza, o Paulo  de bauru e eu ataquei um espaguete com molho de camarão, que diga-se de passagem estava ótimo.