segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Morro da Borússia, Restaurante do Dodô e Cascatas - 17/02/2013

Resolvi ir ao Morro da Borússia novamente, principalmente para conhecer o Restaurante do Dodô.

Morro da Borússia visto do acesso de Osório
O acesso ao Morro da Borússia, se dá em Osório, passando por baixo do viaduto da BR 101.



O acesso é asfaltado com belas curvas bem fechadas.


Na primeira bifurcação, o acesso a esquerda leva ao mirante e plataforma de vôo livre junto as antenas da Embratel. Seguindo em frente, chega-se ao Restaurante do Dodô, Sitio e Pousada da Esperança e Sítio Cascata da Borússia.


Entrei a esquerda, para ir ao mirante e plataforma de vôo livre. O mirante fica ao lado do Restaurante À Lenha, que é o mais conhecido, mais caro e que no parecer de muitos não vale o preço, a não ser pela vista. 
A prefeitura de Osório está construindo um prédio, que será o novo mirante, todo de concreto.







Do mirante se tem uma visão total de Osório, do Parque Eólico de Osório, das lagoas, de Tramandai, e como o dia estava muito limpo, conseguia-se enxergar até as dunas próximo a Cidreira e o parque Eólico de Tramandaí.


Na plataforma de vôo livre, hoje quem estava a planar eram os pássaros.




Desci até a bifurcação, e fui em direção ao Restaurante do Dodô, que fica a mais ou menos 500 metros após.


Realmente é muito bom. O ambiente é diferenciado, apresentando diversas antiguidades, mesas de jogos, sofás e distrações para as crianças. É muito agradável. No verão funciona com buffet de comida caseira todos os dias, ao preço de R$ 22,50 por pessoa (fev/2013. No inverno o buffet é aos finais de semana e feriados, e no restante da semana a la carte. Na entrada existe um loja de produtos coloniais.



O horário de funcionamento é a partir das 11:30 hs. Como cheguei antes, pude conversar com o pessoal e tirar fotos tranquilamente. A partir das 11:30 começou o movimento e ao meio dia, estava literalmente lotado. Previna-se, pois ele não trabalham com nenhum tipo de cartão de débito ou crédito.



Além do buffet, na mesa é servido uma panelinha de ferro com lingüiça com queijo derretido. Não tem regime que agüente.


O restaurante hoje é administrado pelo Claudio Dodô, filho do Seu Dodô.


Até o ambiente do banheiro é diferenciado, como pode-se ver abaixo.



Realmente vale a visita, mas vá com fome e não esqueça de deixar um lugarzinho para o buffet de sobremesas.


Na esquina do restaurante, se pegarmos a esquerda, depois de 3 kms de chão iremos chegar na Pousada e Sítio da Esperança. Seguindo reto por 6,7 kms ( 3,7 kms de asfalto e 3 km de chão) chegaremos no Sítio Cascata da Borússia. Quase em frente ao Dodô, fica a igreja Santa Rita de Cássia.


Segui em frente, para ir primeiro ao Sítio Cascata da Borússia. Os últimos 3 kms são de chão, mas sem maiores problemas.

Um pouco antes do acesso ao Sítio, a direita, existe um pontilhão que leva a localidade de Caará, que no início de março, faz a festa do feijão. Deste ponto até Caará são aproximadamente 16,5 Kms.



O acesso ao Sítio Cascata da Borússia custa R$ 5,00 por pessoa. Existe área de camping com churrasqueiras, onde pode-se passar o dia. Eu diria que se você quer apenas conhecer a cascata, não vale a pena pagar os R$ 5,00.





Retornei até o restaurante do Dodô, e peguei o acesso a Pousada Sítio da Esperança.
São 3 kms de chão batido. O último km é o mais ruinzinho deles. Eles possuem chalés, uma bela área de lazer com cascata e churrasqueiras e restaurante que aos domingos oferece almoço de comida caseira com churrasco a R$ 22,90 por pessoa, com direito a utilizar a piscina natural e toda a infra estrutura. Para apenas passar o dia usufruindo da piscina natural e da infra estrutura de lazer, o preço é de 15,00 por pessoa. O contato é o Leonardo, telefone 51 9975-2080. O site é www.pousadaesperanca.com.br.
Ao meu ver, uma infra estrutura muito melhor do que o Sitio da Borússia.







Cidreira - 16/02/2013

O Paulo convidou toda a turma para reunir-se com ele em Cidreira, para comemorar os seus 70 anos, que aconteceram no dia 14/02.
Sai de Noiva do Mar em direção a Cidreira, através de Tramandai. Na rua da igreja, peguei a Flores da Cunha, que transforma-se na ERS 786 e vai praticamente reta até Cidreira.

De Tramandaí até Cidreira são em torno de 23 kms, hora em pista simples, hora em pista dupla.

Enquanto por ali me deslocava, lembrei que à 40 anos para ir de Tramandaí a Cidreira, éramos obrigados a ir pela beira do mar, o que as vezes transformava o percurso em uma grande e arriscada aventura.



Durante o trajeto passei pelo Parque Eólico de Tramandaí (Não é o de Osório). Segundo alguns moradores de Cidreira, este Parque Eólico foi parar em Tramandai graças a algumas “estratégias” do Eliseu Padilha e a incompetência do Prefeito de Cidreira na época.



Chegando em Cidreira, passei pela plataforma e pelo farol.



Logo cheguei na casa do Paulo, sendo que o Juarez já estava lá.
Aos poucos foram chegando o Mario e a Thais, o Nunes e a Angélica, o Gilberto e a Sara e o Cristiano e a Ju.






O almoço foi no Restaurante Andrei, um belo Buffet, com grande variedade de saladas, peixes, casquinha de siri, grelhados e muito mais.



Voltando para a casa do Paulo, quem estava com a chave havia saído para passear. Assim sendo alguém teria que pular a cerca para abrir o portão. O Paulo foi até a metade da cerca, mas parece que “pular a cerca” não é o forte dele. O Juarez se encarregou de pular.


A tarde passou com muito papo, doce de abobora, abacaxi e café.





No final da tarde, hora do parabéns a você com direito a velinha. Teve gente que chamou o Paulo de vovô, e o que ele respondeu não é possível escrever aqui...




Mais um pouco de papo, e por volta das 18:00 hs cada um pegou seu caminho de volta. Deixamos aqui o nosso grande abraço ao Paulo, realmente um grande companheiro, com o desejo de que esta data se repita por outros tantos anos.